Lágrimas no adeus a Whitney HoustonInternacionais:
19.2 - 20h
Por: Ana Maria Ribeiro
Lágrimas, flores, palavras de amor e de amizade mas, sobretudo, muita música marcaram ontem o funeral da cantora Whitney Houston, na Igreja Baptista New Hope, em Newark, New Jersey (EUA). A igreja que a viu nascer enquanto artista e que assistiu às suas primeiras apresentações públicas – como líder do coro de gospel infantil, com apenas 11 anos – assistiu também à homenagem de despedida que amigos e familiares lhe dedicaram numa cerimónia privada, só para convidados.
Kevin Costner marcou um momento alto do programa, lembrando, com humor, o filme ‘O Guarda-Costas’, estreia de Whitney Houston no cinema que pôs os estúdios em alvoroço. "Perguntaram-me se eu não preferia uma actriz com experiência. Disse que não, e ainda bem que o fiz: qualquer actor poderia ter feito o meu papel; só Whitney Houston poderia ter feito Rachel Marron", disse.
Numa cerimónia conduzida pela prima Dionne Warwick, Alicia Keys chorou e a madrinha, Aretha Franklin, que era uma das artistas alinhadas para cantar, não apareceu – alegadamente por estar "demasiado doente".
Quanto ao polémico ex-marido, Bobby Brown apareceu no início das celebrações, tocou no caixão e saiu discretamente.
O corpo da cantora, que foi encontrada sem vida em Beverly Hills no dia 11, aos 48 anos, de causas ainda por esclarecer, seguiu depois para Westfield, onde deverá ser enterrado hoje.
PORMENORES
FILHA DISCRETA
A filha da cantora, Bobbi Kristina, de 18 anos, esteve na Igreja Baptista New Hope, ouvindo palavras de conforto sem se manifestar.
PERTO DO PAI
A cantora será sepultada ao lado do pai, John Russell Houston Jr., que morreu em 2003. Segundo a família, era este o seu desejo expresso.
QUERIA VOLTAR
Segundo o produtor Clive Davis, Whitney queria recuperar a voz e disse-lhe que em Agosto contava estar novamente em forma.